Tuesday, May 31, 2011

os astros me dizem que...
bom para resolver miudezas do cotidiano, acertar tarefas, fazer reparos e ajustar o que não está do seu agrado no funcionamento do dia a dia. O microcosmo o chama, reinado onde você aplicará e testará crenças e procedimentos.

Egg Freezing Puts The Biological Clock On Hold

via NPR

The bigger challenge, say Sher and others, is reaching out to younger women, getting them to take action before it's too late. They envision a time when society considers freezing your eggs an act — not of desperation — but empowerment.
This story was produced for broadcast by Marisa Penaloza.


tudo bem... mas parece que só vai funcionar mesmo para mulheres de carreira bem sucedida, dado que é bem caro...

Monday, May 30, 2011

Browse Inside Force of Nature: The Unlikely Story of Wal-Mart's Green Revolution by Edward Humes

Browse Inside Force of Nature: The Unlikely Story of Wal-Mart's Green Revolution by Edward Humes

Manager tools

"Ter um amigo é coisa muito boa, e sendo um que não te patrulha, não te inveja, não te analisa nem discute a relação, é bom demais -e raro."
DL

Edward Humes, "Force of Nature"

Hoje na folha de São Paulo
NEGÓCIOS VERDES

ENSAIO/BRYAN BURROUGH

Wal-Mart ecológica economiza bilhões

A ideia de que tornar-se "verde" pode ser lucrativo, que foi apresentada por economistas 20 anos atrás, continua a causar ceticismo em alguns setores. Se você ainda não está convencido, leia o excelente novo livro de Edward Humes, "Force of Nature" [força da natureza], a história de como a maior varejista do mundo, a Wal-Mart, decidiu ser ecológica.
Humes, que ganhou o prêmio Pulitzer em 1989 por artigos sobre os militares, conta como Jib Ellison, um antigo guia de rafting nos rios da Califórnia, convenceu sozinho a Wal-Mart a adotar a sustentabilidade como parte de sua cultura básica. A partir de uma reunião em 2004 com H. Lee Scott Jr., então executivo-chefe da Wal-Mart, Ellison demonstrou que a sustentabilidade não era apenas conversa ambientalista. Em sua forma mais simples, sustentabilidade significa eliminar o desperdício. E eliminar o que se joga fora economiza dinheiro. Isso chamou a atenção de Scott.
Em um dos primeiros projetos de Ellison para a Wal-Mart, ele percebeu que as coloridas embalagens de papelão de caminhões de brinquedo fabricados na China eram muito maiores do que o necessário. Ele sugeriu reduzir o tamanho, o que economizou milhões de dólares, para não falar nas centenas de milhares de toneladas de papelão destinadas aos aterros sanitários.
Isso levou a Wal-Mart a reduzir o tamanho das embalagens das linhas de produtos, economizando cerca de US$ 3,4 bilhões por ano e, ao mesmo tempo, reduzindo o lixo. Desde essa primeira iniciativa, a Wal-Mart traçou um novo rumo verde que foi amplamente notado e imitado em todo o mundo corporativo.
A empresa chamou consultores ecológicos que ajudaram a encontrar maneiras inovadoras de reduzir os dejetos em quase todo lugar, desde o uso de produtos químicos a algo tão simples quanto instalar geradores elétricos na frota de caminhões para que os veículos refrigerados não precisem ficar ligados à noite.
O autor deixa claro que a Wal-Mart não embarcou no percurso movida pelo sentido de bondade empresarial. A companhia, há muito tempo, tinha uma cultura insular que parecia suspeita para as pessoas de fora, diz o livro.
Na época em que Ellison entrou no escritório de Scott, a empresa estava sendo atacada por ambientalistas e prefeituras que a acusavam de levar à falência os pequenos varejistas, de pagar menos a seus "associados" e de boicotar os sindicatos. As medidas ecológicas deram à Wal-Mart um necessário reforço de publicidade, embora a empresa continue enfrentando duras críticas.
O relatório de 2010 sobre progresso na sustentabilidade mostra que a companhia reduziu o uso de sacos plásticos; doou 57 milhões de toneladas de alimentos que antes teriam sido descartados; e reduziu as impressões de relatórios das lojas em 350 milhões de folhas de papel, economizando US$ 20 milhões.
Force of Nature não oferece uma narrativa empresarial atraente, como alguns outros livros, mas isso não importa. A prosa de Humes é quase impecável, enxuta e precisa, despida de ego.
Humes encontra uma boa história para ajudar a esclarecer uma questão de extrema importância. O livro não deifica ou demoniza a Wal-Mart; na verdade, diz que o próprio modelo empresarial da companhia, provavelmente, é insustentável.

Saturday, May 28, 2011

Friday, May 27, 2011

Machado de Assis

Estava pensando naquela música que o Raul Seixas cantava:
"... eu não preciso ler jornais, mentir sozinho eu sou capaz..."

Thursday, May 26, 2011

Georgian Legend



this came from a georgian friend!!!

Jack Johnson se apresentou em Brasília na noite de quarta-feira (25)

Pontual, Johnson subiu ao palco às 21h10 e abriu a apresentação com a primeira música do disco To the sea: You and your heart, que tem acordes de uma guitarra elétrica muito diferentes da surf music do havaiano.
           Bom, digamos que eu cheguei atrasada.... mas a culpa foi do taxi. 


Os fãs presentes cantaram todas as músicas, principalmente quanto o havaiano cantou  Two thousand miles.

é estupido ver pessoas emocionadas por um simples: valeu, boa noite galera....


Jack Johnson também cantou  Sitting, Waiting, Wishing  - cujo refrão levantou vozes e câmeras de celular, a postos para fotografar o cantor -, Upside Down, Times Like These e Better Togheter. Johnson também mostrou que é fã do Brasil e, já no final do show, mixou uma das suas músicas com a brasileiríssima Mas que nada. Ao fim do show, o cantor estendeu uma bandeira do Brasil e pegou o presente de uma fã sortuda que gritava embaixo do palco.

 eu também não entendo  por que tanta gente fica filmando o show no celular. Qual a graça?!

Wednesday, May 25, 2011

""   Toca o telefone...

- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção OI linha adicional, onde o Sr. tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é Rosicleide Judite, da OI, e estamos ligando...
- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- Bem, pode..
- De que telefone você fala? A bina não identificou.
- 10331.
- Você trabalha em que área, na OI?
- Telemarketing Pro Ativo.
- Você tem número de matrícula na OI?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da OI. São normas de nossa casa.
- Mas posso garantir....
- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a OI.
- Ok.... Minha matrícula é 34591212.
- Só um momento enquanto verifico.
(Dois minutos de pois)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos depois)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas senhor...
- Pronto, Rosicleide, obrigado por ter aguardado. Qual o assunto?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones.
- Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.
(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat (quem disse que um dia essa droga não iria servir para alguma coisa?), depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois a bina não identificou..
- 10331.
- Com quem estou falando, por favor.
- Rosicleide
- Rosicleide de que?
- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz).
- Qual sua identificação na empresa?
- 34591212 (mais irritada agora!).
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde a Sra tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada?
- Vou abrir um protocolo e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer, você gostaria de anotar o número do protocolo de atendimento? .....alô, alô!
TUTUTUTUTU...
- Desligou.... nossa que moça impaciente! ""


Não sei quem criou. Mas ficou muito bom! 
os astros me dizem..
Interesses maiores em ampliar seu raio de ação, estudar, viajar, conhecer gente nova e quebrar rotinas. Desafios novos estimulam seu espírito aventureiro. Mas sua alma hoje precisa de ingredientes mais corriqueiros: bem-estar privado, rotina equilibrada.


Ontem eu estava de bobeira. Meditava entreo ballet e o kung fu. Acabei na livraria tendo uma aula sobre jazz.

Tuesday, May 24, 2011

Comment rester Zen ?

 

 


Stress, anxiété, surmenage… vous ne parvenez pas à éliminer les tensions de votre quotidien ? Découvrez la “zénitude”… De la sophrologie à la massothérapie en passant par la réflexologie et la médiation, il existe de nombreuses solutions pour lutter contre le stress et rester zen.
Mais qu’est ce que “être Zen” ?
ZEN, ce mot tant utilisé de nos jours, mais que veut il dire à l’origine ? Le terme zen est japonais et signifie « méditation silencieuse »ou encore « illumination intérieure », nous le retrouvons également en mandarin, il est prononcé chan. Et nous en France quelle signification donnons nous à ce mot ? Qui n’a pas dit un jour « soit zen » ? Par cet état nous pensons soit tranquille, cool, serein.
La méditation est la raison maîtresse du zen car « être zen » c’est avoir le calme de l’esprit, être en paix avec soi même, accepter ce qui nous entoure, arriver à gérer ses émotions. Le but est de parvenir à faire le vide dans sa tête, oublier pendant quelques secondes les soucis de la vie, pratique qui est très difficile mais avec de l’entraînement et du temps cela devient de plus en plus facile. Cette pratique à long terme permettra à l’organisme de se ressourcer ainsi vous vous rendrez compte que votre travail, vos relations avec les autres, votre créativité, votre corps et surtout votre psychisme « moi intérieur » se trouveront libérés.
Quels sont les moyens d’être zen ?
Le plus simple est de faire ces quelques « exercices » tous les jours, ensuite automatiquement vous les reproduirez dans votre vie quotidienne. Au réveil, ne sautez pas du lit, prenez donc 5 minutes pour vous étirer, un corps bien détendu est le commencement d’une bonne journée. Une douche sera le deuxième palier idéal pour le début de cette matinée, n’oubliez pas de prendre un gel douche aux huiles essentielles. Une journée de travail difficile, pensez au yin et yang, avec une petite balle faite des mouvements circulaires sur vos paumes puis sur vos bras, vous avez aussi la possibilité d’acheter dans le commerce cette petite balle remplie de granules qui détend très bien quand on la malaxe dans la main.
Un petit carré de chocolat noir, aide aussi notre mental à surmonter un petit coup de fatigue, car il est très riche en magnésium. Dites vous que tout va bien, regardez les bons cotés des choses soyez positive. Le dernier point mais pas le moindre est le massage. Commencez par la tête, massez vous les sinus, les tempes. Ensuite faites des mouvements circulaires avec votre tête, cela vous détendra. Les pieds sont aussi très important dans la relaxation, prenez votre pied, massez la voûte plantaire avec vos pouces puis le pied entier en débutant par les orteils jusqu’à la cheville.
Et n’oublions pas que votre respiration est la clé de tous ces exercices. Respirez ! Avec le stress nous manquons encore plus d’oxygène, alors voici un exercice simple à faire. Faites le vide, inspirez l’air par le nez et gonflez le ventre, puis expirez par la bouche. Oxygénation garantie !! A faire de préférence dans un endroit non pollué !
Il existe également des méthodes plus approfondies pour gérer au mieux son stress et être zen. La réflexologie qui est un massage des pieds d’origine chinoise. Le yoga qui permet une harmonie entre le corps, l’esprit et le mental. Le shiatsu qui est un massage fait avec les doigts, les pouces et les mains. Le bouddhisme qui vous ouvre sur une nouvelle philosophie de la vie. La méditation qui consiste à fixer un point et à laisser notre mental libre. L’aromathérapie qui se base sur le bienfait des huiles essentielles.
Beaucoup d’autres méthodes sont possibles, mais souvenez vous que pour être zen, il faut être en encore avec son « moi intérieur ».

http://www.conso-info.com/femme/forme/restez-zen.html
"É quase um contador de caso, só que não inventa caso. É o cronista. Ele tem um estilo pessoal de contar aquilo que o leitor também sabe. Mas, quando lido da parte de um contador de caso, vira repertório.
Ler uma crônica é um retorno ao muro onde se contavam os casos para os vizinhos. É um bisbilhotar em jornal ou revista.
Os meios de comunicação têm dia e lugar certos para apresentar seus cronistas, como um ponto de encontro.
Eu quero ver o que o fulano diz na quarta-feira, na página tal. Eu vou ao encontro dele, para saber o que lhe chamou a atenção durante a semana.
O cronista é uma primeira pessoa do singular, que observa como envolvida, não como distante. Ele pretende ser lido como se estivesse sendo escutado.
Por isso, conte histórias, conte casos e não jogue prosa fora. Mande para seu próximo."


ANNA VERONICA MAUTNER, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, é autora de "Cotidiano nas Entrelinhas" (ed. Ágora)


Bom , deve ser por isso que eu gosto tanto deles. Mesmo sem ter refletido assim antes.
E não tem nada mais profético hoje:


Nada de grandes teorias hoje para comover as plateias. Você precisa apenas se sintonizar com suas necessidades e as dos outros e seguir pela via do sentimento. Fragilidades existenciais acontecem. Reconheça-as e triunfará sobre as adversidades.

Monday, May 23, 2011

Trazendo o fantástico para o nível do real, neste livro o filósofo alemão Eugen Herrigel conta a sua extraordinária experiência como discípulo de um mestre Zen, com quem aprendeu a arte de atirar com arco, durante os anos em que viveu no Japão como professor da Universidade de Tohoku. Sem dúvida - como afirma na introdução o professor D. T. Suzuki - um livro maravilhoso que, graças à limpidez de seu estilo, ajudará o leitor do Ocidente a 'penetrar na essência dessa experiência oriental, até agora tão pouco acessível aos ocidentais'.


" D. T. Suzuki diz-nos: A meta do arqueiro não é apenas atingir o alvo; a espada não é empunhada para derrotar o adversário; o dançarino não dança unicamente com a finalidade de executar movimentos harmoniosos. O que eles pretendem, antes de tudo, é harmonizar o consciente com o inconsciente.
Para ser um autêntico arqueiro, ou espadachim, o domínio técnico é insuficiente, é necessário transcendê-lo, de tal maneira que ele se converta numa arte sem arte, emanada do inconsciente.
Mas o que é o Zen?
O Zen tem as suas origens no Budismo Dhyana que significa literalmente “contemplação” (meditação). É um dos seis paramitas (perfeições, virtudes) do Budismo. Com a passagem do Budismo pela China este adaptou-se ao país de acolhimento e absorve algumas influências locais, designadamente do Taoismo (de Lao-tsé). É na China que o Budismo Dhyana, agora T’chan, atinge a maturidade e é com a passagem para o Japão que ele se “refina” e impregna todo o país onde se fez uma Tradição Viva que subsiste até hoje nas mais variadas formas de arte.
Deitamos mão a outro extraordinário livro escrito por um ocidental, professor e filósofo alemão que viveu durante muitos anos no Japão – Eugen Herrigel – que na sua simples e sublime obra, «A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen», nos transporta para, como ele lhe chamou, a doutrina magna do tiro com arco, o Kyudo.
«Desde a primeira aula, fomos alertados de que o caminho que conduz À ARTE SEM ARTE é áspero.
…Áspero é o caminho do aprendizado. Muitas vezes a única coisa que mantém o discípulo animado é a fé no mestre, em que só agora reconhece o domínio absoluto da arte: com a sua vida, dá-lhe o exemplo do que seja OBRA INTERIOR, e convence-o apenas com a sua presença.
E por fim quando a técnica é dominada e a tensão (do arco) é libertada sem (a minha) intenção – ALGO dispara. Algo Atirou e Algo Acertou. Inclinemo-nos diante da nossa meta, como se estivéssemos diante de Buda.
…Sob a influência do Zen, A HABILIDADE SE ESPIRITUALIZOU. E é assim que o samurai torna-se cada vez mais indiferente a tudo que possa amedrontá-lo. Através de longos anos dedicados à meditação ele descobre que no fundo, a vida e a morte são uma única coisa, e que ambas pertencem ao mesmo plano do destino. Ele não sente angústia de viver, nem o terror da morte. Apraz-lhe – e isso é característico do espírito Zen – viver no mundo, mas está sempre preparado para abandoná-lo, sem que a ideia da morte o perturbe. Não foi por casuali­dade que o samurai escolheu a flor de cerejeira como o seu símbolo. Assim como a pétala, reflectindo o pálido raio do sol matinal, se desprende da flor, o homem intrépido se desprende, silenciosa e impassivelmente, da existência.
Viver sem medo da morte não significa que, durante as horas felizes, nos gabemos de não tremer diante dela, nem que possamos afirmar que a enfrentamos com segu­rança. Porém, quem domina a vida e a morte está livre de todo temor, a tal ponto que não é mais capaz de experi­mentar a sensação de medo. E quem não conhece, por experiência própria, o poder da meditação séria e "prolon­gada não pode imaginar as vitórias sobre nós mesmos que podemos obter. Seja como for, o mestre verdadeiro revela sua coragem com atitudes, jamais com palavras. Quem o conhece não pode deixar de se impressionar profundamen­te. São raras as pessoas que conseguem manter uma inaba­lável impassibilidade, e que só por isso devem ser chamadas de mestres. Para ilustrar o que acabo de dizer, transcreverei na íntegra uma passagem do Hagakure, datado de meados do século XVII.
«Yagyu Tajima-no-kami (foi neste mestre que Takuan se inspirou para escrever o seu tratado intitulado «A impassível compreensão») era um grande mestre-espadachim e professor do xógum Tokugawa Jyemitsu. Cer­to dia, um dos seus guardas se aproximou de Tajima­no-kami e pediu-lhe que o aceitasse como aluno, ao que o mestre respondeu: “Pelo que vejo, o senhor já é um mestre. Peço-lhe que me diga a que escola pertence, antes que entremos na relação mestre-discípulo”. O guarda observou que se envergonhava de dizer, mas jamais tinha aprendido a arte da esgrima. “O senhor está a brincar comigo? Sou o mestre do venerável xógum e sei que meus olhos jamais se enganam.” O guarda insistiu: “Lamento ofender a sua honra, mas a verdade é que jamais tive qualquer conhecimento desta arte”. Frente a tão segura negativa, o mestre vacilou um momento, ao final do qual disse: “Como o senhor afirma, não vou desmenti-lo, mas segura­mente o senhor é mestre em alguma outra disciplina, embora eu não saiba qual seja”. Respondeu-lhe o guarda: “Pois bem, como o senhor insiste, devo dizer-lhe que existe uma coisa na qual me considero mestre. Quando eu era criança, ocorreu-me a ideia de que um samurai não tem o direito de temer a morte em qualquer circunstância, e desde então lutei continuamente com a ideia da morte, até que ela deixou de preocupar-me. Talvez seja a isso que o senhor se refere”. Mal ouvira tais palavras, Tajima­no-kami exclamou: “Exactamente! Alegro-me que não me tenha enganado, pois o último segredo da arte da espada é atingir a libertação da ideia da morte. Tenho mostrado essa meta a centenas de alunos, mas até agora nenhum alcançou o grau supremo na arte da espada. O senhor não precisa de qualquer treino, porque já é um mestre.»
Se a superação do medo da morte, ou pelo menos o auto-controlo corajoso para enfrentar um perigo mortal, é de máxima importância na formação do samurai, também o é a educação ética e filosófica. E se Budismo já por si imbui os seus discípulos de uma elevada moral, foi o confucionismo que veio estabelecer padrões e comportamentos da nobreza cavalheiresca e por consequência de todo o povo nipónico.
Não importa só, para que se atinja uma Ordem Guerreira, que os seus integrantes não temam a morte, qualquer bandido, pode, e muitas vezes “mais facilmente” ultrapassar esta fronteira usando os caminhos negros da imoralidade, da ausência de escrúpulos e de qualquer farol ético, conseguindo assim na sua vertigem usar, não os sentimentos, mas as emoções mais primitivas para se lançar destemidamente em aventuras escabrosas, no assassínio, no roubo e em todas as violações… o lado negro da força. Ou como Shakespeare lhe chamou: a bravura bastarda.
Recordemos algumas máximas e ensinamentos do grande filósofo chinês.



CONFÚCIO
«Se o príncipe conduz o povo por meio de leis e o mantém na unidade por meio de castigos, o povo se abstém de agir mal; mas não conhece vergonha alguma. Se o príncipe dirige o povo pela virtude e faz reinar a união graças aos ritos, o povo tem vergonha de agir mal e se tornará virtuoso.
Levar o povo à guerra, antes de tê-lo instruído é levá-lo à sua perda.
O homem honroso, mesmo em pensamento, não sai do seu lugar.
O homem honroso espera tudo de si mesmo, o homem de pouco, espera tudo dos outros.
Não se corrigir depois de um erro, eis o erro.
Antigamente, eu passava dias inteiros sem comer e noites inteiras sem dormir, para me entregar à meditação. Colhi poucos frutos. É melhor estudar.
Os verdadeiros homens são sempre mais fortes que a fome que sentem. Os fracos, e somente esses, se entregam ao desfalecimento.
A minha ambição é que os velhos possam viver em paz, que os amigos sejam leais e que os moços amem os mais velhos.
Governar é endireitar o povo.
O homem sábio aspira à perfeição; o homem vulgar, ao bem-estar; o primeiro se preocupa em observar as leis, o outro, em solicitar favores.
Raramente nos perdemos se nos impusermos a nós mesmos, regras severas.
A linguagem deve exprimir com clareza o pensamento. Isto é tudo.»
A filosofia de Confúcio visa a uma organização nacionalista da sociedade, baseando-se no principio da simpatia universal que devia obter-se por meio da educação. Estendia-se do indivíduo à família e desta ao Estado – a grande família.
A piedade filial, que está presente na ética samurai, é talvez a característica mais importante no sistema confucionista. Segundo o confucionismo, a piedade filial requer, em geral, que um filho respeite afectuosamente os pais, proveja as suas necessidades e carências enquanto vivos, e recordem deles o carinho, afeição e o respeito, quando morrerem.
Acima de tudo, porém, requer uma vida nobre para manter a honra e o bom-nome da família. Talvez compreendamos melhor agora porque é que os samurais antes de entrarem em combate, ocasionalmente, referissem com orgulho e a alta voz quem eram, quem era a sua ascendência e o seu clã.
Consideremos assim que a família era para Confúcio o ponto de partida lógico para o desenvolvimento moral e o lar deve ser a escola básica, preparatória das virtudes cívicas.

Rectidão e Justiça
Mencio, discípulo de Confúcio, dizia que a bondade é a alma do homem e que a rectidão ou honradez são a sua vida. Que triste – exclamava ele – descuidar esta via e não segui-la, perder a alma e não saber encontrá-la. A rectidão é um caminho direito e estreito que o homem deve tomar para recuperar o paraíso perdido.
A rectidão é a irmã gémea do Valor, outra virtude marcial. Dizia Confúcio – Saber o que é justo e não o fazer, demonstra ausência de valor. O valor é fazer o que é justo. Assim se define um Cavaleiro que morre e vive defendendo o seu Nobre Ideal. É próprio do verdadeiro valor – viver quando faz falta viver e morrer somente quando faz falta morrer.
Quando o valor atinge a sua cúspide assemelha-se à Bondade, mas como nos diz uma outra máxima – A rectidão levada ao excesso converte-se em dureza. A bondade praticada sem medida degenera em debilidade. Nada em excesso ensinavam os antigos Estóicos.
A Bondade e a Cortesia andam de mãos dadas mas estas não passarão de coisas insignificantes se camuflarem medos ou receios de ofender o outro e daí sujeitarem-se às consequências.
A Paciência e a Resistência prolongada foram também altamente preconizadas por Mencio. Escreve assim – Que esqueças toda a moderação e me insultes, que me importa a mim! Não podeis manchar a minha alma com o vosso ultraje. Noutra vez ensina-nos que – Encolerizar-se por uma ofensa mínima é indigno de um homem superior, mas a indignação por uma grande causa está justificada.

Honra
Não permitas que a ideia de uma vida longa ganhe poder sobre ti, pois de contrário serias capaz de te perder e acabar os teus dias com vergonha.
Se tu morres sem alcançar o objectivo, essa morte pode ser mais inútil que a morte de um cão, a morte da loucura, mas a tua honra não é manchada. Para o Bushido em primeiro lugar está a honra.
O sentimento de honra que implica uma consciência muito subtil do valor e da dignidade pessoal, não podia deixar de ser a característica dos Samurais, nascidos e educados na estima dos deveres e dos privilégios da sua profissão. Ainda que a palavra geralmente usada em nossos dias para expressar a ideia de honra não foi correntemente empregada, a ideia, não obstante, era traduzida por termos tais como «na» (nome), «menmoku» (comedimento) «guai-bun» (atenção exterior), termos que, respectivamente, nos evocam a evolução do termo «personalidade» originária da «mascara grega», em resumo, a «reputação». Um bom-nome é a sua reputação a parte imortal de si mesmo prescindindo do elemento bestial. Conseguir uma boa reputação era um elemento fulcral, e este bom-nome podia (era) ser transmitido, sendo por conseguinte um património de família. Manchar este bom-nome por má conduta ou por receber graves ofensas, levava obrigatoriamente ao sentimento de vergonha, com o qual toda a juventude era educada. Frases (incentivos, estímulos) como: – Não tens vergonha? – Toda a gente te gozará! – Isso não é digno do filho de um samurai. – Aprende a honrar o nome da tua família, etc., faziam parte dessa educação.
Com efeito, o sentimento de vergonha parece-me ser o primeiro signo da consciência moral de uma raça.
Como Mencio havia ensinado – A vergonha é a terra que abona todas as virtudes, as boas maneiras e os bons costumes.
Mas (repetimos) – ofender-se por uma provocação ligeira era ridicularizado como uma falta de domínio sobre si mesmo.

Fidelidade
O desprezo pela morte do samurai, a virtude mais importante do bushido, tem ainda outra raiz doutrinária. Quando o soldado japonês morre, a sua última palavra é uma saudação de veneração ao Micado. “Sua Majestade o imperador, banzai” – Esta é a última saudação com que o soldado japonês morre. Os últimos pensamentos são, portanto, dirigidos para o imperador. O que agita as outras pessoas nos últimos momentos: a vida, o futuro, o lar, a família – tudo isto é substituído no coração do combatente pelo pensamento no Micado. Num velho e conhecido versículo samurai diz-se:
Vais como homem para a guerra:
Três coisas deste mundo
Jamais poderão existir em ti:
O Lar – os teus – a vida!
O Micado é mais que o imperador. Ele é uma divindade. Não é um encarregado de Deus ou um eleito de Deus, ou um sacerdote ou representante de Deus. Ele é o descendente da Rainha do Sol (Amaterasu) e é dotado de autoridade e dignidade divina.
Isto é o Xintoísmo, a religião nativa do Japão, e a terceira, e não menos importante, fonte espiritual do Bushido. É antes de qualquer influência, o componente básico de toda a cultura japonesa. O seu culto remonta aos longínquos anos da chamada Pré-História e estende-se até aos nossos dias, sendo a célula matriz de toda a organização social do povo japonês. Culto ligado à Natureza, o Xintoísmo exprime através de ritos específicos os laços harmoniosos que se manifestam no quotidiano dos homens e na sua ligação ao divino.
E sem nos alongarmos, para no final terminarmos este nosso trabalho com uma notável história de Honra e Fidelidade, expomos alguns contributos do Xintoísmo ao Bushido:
- Fidelidade ao Tenno. Esta implica ao Estado, às instituições, ao povo e ao Japão. Que como já referimos atinge o seu ponto culminante no desejo sublime de “morrer” (dar a vida) pelo imperador.
- O culto dos antepassados. Fisicamente “filhos dos Kami”, os japoneses pressentem o seu parentesco celeste que se traduz, a nível dos clãs pela veneração do deus do nome da família: O uji kami. Daqui também a devoção filial.
- A essência do Yamato, o espírito místico-espiritual do patriotismo nipónico. Criação divina, natureza sagrada do Dai-Nippon.
- O sentimento de pureza. A pureza ritual é um dado capital do Xintoísmo. Daí a quantidade de ritos de purificação que o Bushido impõe ao samurai: Ablução em cascatas, jejuns, ascensão de montanhas, etc.
- O sentimento de sinceridade (shin). Este implica as ideias de verdade, de honradez e de lealdade, mas obriga também o samurai a desprezar o seu interesse pessoal, a ideia do lucro e a apagar as humanas paixões. A estes contributos, é necessário acrescentar o significado sagrado da espada.

O sabre: a alma do samurai
O Bushido fez do sabre o emblema do seu poder e das suas proezas. Desde muito jovem o samurai trinava no seu manejo e se iniciava nos regulamentos da profissão das armas. Aprendia assim a amar o seu sabre, a sentir o seu poder e a identificar-se com ele. Aos quinze anos, idade de emancipação, quando atingia a condição de homem, o jovem samurai jamais saía de casa sem portar visivelmente a sua alma – o seu sagrado sabre.
O que forjava os sabres não era um simples artesão, mas um artista inspirado e o seu atelier um santuário. Todos os dias iniciava o seu labor com uma oração e com a purificação, segundo se dizia: Ligava a sua alma e seu espírito ao aço que forjava e temperava. Cada golpe de martelo, cada têmpera, cada gesto, era assim um acto religioso de grande importância.
E assim se dizia que o samurai «não leva em vão a sua espada, o que leva na sua cintura é o símbolo do que leva em seu coração: Lealdade e Honra.»


 via
http://legiaovertical.blogspot.com/2009/08/sobre-o-bushido.html





utilidade pública -
folha de São Paulo

COMO ESCOLHER UM PLANO DE SAÚDE?

1 - Preste atenção às suas necessidades
Existem homens, por exemplo, que pagam por atendimento em obstetrícia sem saber. Nesse caso, o cliente pode cancelar o aditivo e pedir a devolução proporcional às parcelas quitadas

2 - Conheça a rede de médicos, laboratórios e hospitais credenciados
Avalie a lista de profissionais e de instituições que atendem pelo plano de saúde que você pretende contratar e peça referências sobre eles

3- Avalie a estrutura do hospital
Pelo menos um dos hospitais do plano deve ter uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e oferecer tratamentos como quimioterapia e radioterapia. Verifique se o plano prevê internação em quarto particular ou se é enfermaria

4 - Questione o alcance dos serviços
Até os convênios regionais têm de prever atendimento em outras localidades e não só na cidade onde você mora. A empresa deve contar com a hipótese de urgência para os usuários em trânsito. Se você e sua família viajam sempre ao exterior, veja se há cobertura internacional

5 - Consulte condições de reembolso de consultas
Se preferir esse tipo de serviço, analise o prazo e as condições para a devolução do dinheiro. Busque um plano com valores compatíveis aos de mercado, em especial se já contar com médicos de sua confiança que não atendam por convênio

6 - Informe-se sobre as regras do plano
Há operadoras que exigem a presença do cliente em sua sede em horários limitados para emitir guias de exames e consultas. Isso fere o Código de Defesa do Consumidor. Elas devem dar opções como e-mail ou fax

7 - Veja se a operadora tem cadastro na ANS
Todas as seguradoras devem ter cadastro na ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Antes de fechar contrato, entre no site www.ans.gov.br e confira se a operadora está bem avaliada pela agência

8 - Confirme a qualidade do serviço
Veja no Procon (www.procon.sp.gov.br), na ANS (www.ans.gov.br) ou no Tribunal de Justiça estadual o número de reclamações e processos da seguradora, para ter ideia de sua relação com os clientes

9 - Preste atenção às regras de pagamento
O contrato pode ser cancelado se houver atraso de mais de 60 dias, consecutivos ou não. Na maioria dos casos, a empresa não avisa o cliente, que precisa ter um advogado. Em geral, as decisões judiciais favorecem o consumidor

10 - Guarde as promessas
Lembre-se das promessas da empresa. A publicidade é um compromisso do fornecedor com o cliente. Guarde as informações e, em caso de não cumprimento de um serviço divulgado, a Justiça garante os direitos do comprador

11 - Diga se você tem problema de saúde
A declaração de saúde faz parte da adesão ao plano. A empresa pode indicar um médico, sem custo, mas você pode pagar pelo que preferir. A empresa pode solicitar que você faça uma perícia médica. O custo é pago pela empresa

12 - Atenção às doenças preexistentes
Se você declarar uma doença na hora da adesão ao plano, a empresa pode dar duas opções: suspender por até dois anos alguns atendimentos relacionados à doença ou fazer um acréscimo na mensalidade para você ter direito a tudo

13 - Desconfie de planos baratos
O corretor pode vender um plano para sua família como se fosse para uma empresa. Na hora do reajuste, a ANS não pode intervir, porque ela só define limite para planos individuais e familiares. Ou seja, o barato pode sair caro

Os astros me dizem ...

Nesta semana você tem o sinal verde para implantar pequenas mudanças que irão gerar enormes benefícios. E isso vale tanto no ambiente de trabalho quanto no âmbito doméstico e familiar.
Ajuste, adapte, reforce decisões.

Friday, May 20, 2011

Recebi de uma amiga essa mensagem. Achei tão bonita que resolvi deixar aqui.














Thursday, May 19, 2011

"nós desejamos sempre segundo as circunstâncias, os encontros, as oportunidades - segundo as tentações, se você preferir."
cc

The Nightingale and the Rose


The Nightingale and the Rose
 Oscar Wilde
 
‘She said, “I will dance with you if you bring me a red rose”, ‘cried the young student, ‘but in all my garden there is no red rose. I have studied all that the wise men have written; yet my life is spoiled because I have no red rose and don’t know how or where to get one. What little things can make so great a difference to our happiness!’ His eyes filled with tears.
            A little nightingale heard him from her nest in the old tree. She looked out through the leaves, and wondered at him.
            ‘Here at last I see a true lover’, said the nightingale. ‘I have sung about true love night after night, but I never saw a true lover. Night after night I have told the story of true love to the stars – and now at last I see a true lover!’
            ‘There will be a dance at the palace tomorrow’, said the student. ‘The Prince will be there, and my loved one will be among the company. If I bring her a red rose, she will dance with me until the sun comes up into the sky. If I bring her a red rose, I shall hold her in my arms and her hand will be in mine. But there is no red rose in my garden: so I shall sit alone and she will pass me by. She won’t need me, and my heart will break.’
            ‘Here indeed is the true lover’, said the nightingale. ‘He suffers what I sing about: what is joy to me is pain to him. Love is a wonderful thing. Gold and jewels can never buy it’.
            The student cried, ‘the musicians will play and my love will dance to the music. Lords and great men, and rich men in their fine clothes, will crowd round her; but she won’t dance with me because I have no red rose to give her’. He lay down on the grass and put his face in his hands, and wept.
            ‘Why is he weeping?’ asked the little living things in the garden. ‘Why is he weeping?’ asked the flowers.
            ‘He is weeping for a red rose’, said the nightingale.
  ‘For a red rose!’ they cried. ‘How silly!’ and they laughed. But the nightingale understood. She spread her brown wings and flew up into the air. She passed across the garden like a shadow.
            There was a beautiful rose-tree standing in the center of a grassy place. When she saw it, she flew down to it.
            ‘Give me a red rose’, she cried, ‘and I will sing you my sweetest song’.
            ‘I’m sorry’, said the rose-tree. ‘My roses are white – white as the snow on the mountain. Go to my brother on the other side of the garden. Perhaps he will give you what you want’.
            So the nightingale flew to the other rose-tree. ‘Give me a red rose’, she cried, ‘and I will sing you my sweetest song’
            I’m sorry’, answered the rose-tree; ‘my roses are yellow – yellow as the golden corn in the field. But go to my brother who grows below the student’s window, and perhaps he will give you what you want’.
            So the nightingale flew over to the rose-tree, which was growing below the student’s window.  
‘Give me a red rose’, she cried, ‘and I will sing you my sweetest song’.
            ‘My roses are red’, it answered, ‘but the winter cold has frozen my flowers and they have fallen, and the storm has broken my branches. I shall have no roses at all this year’.
            ‘One red rose is all I want’, cried the nightingale. ‘Only one red rose! Is there no way by which I can get it?’
            ‘There is a way’, answered the tree, ‘but I dare not tell it to you’.
            ‘Tell it to me’, said the nightingale. ‘I am not afraid’.
            ‘If you want a red rose’, said the tree, ‘you must build it out of music by moonlight and the redness must come from your hearts blood. You must sing to me all night long, and the thorn must cut open your heart and your life-blood must flow into me and become mine’.
            ‘Death is a great price to pay for a red rose’, cried the nightingale, ‘and life is very dear to us all. I love to sit in the green trees and watch the sun go down in gold and the silver moonrise up into the sky. I love to smell the flowers and wonder at their beauty. But love is better than life, and what is the heart of a bird beside the heart of a man?’
            So she spread her brown wings and flew up into the air. She passed over the garden like a shadow. The young student was still lying in the grass and the tears were not yet dry in his eyes.
            ‘Be happy’, cried the nightingale. ‘You shall have your red rose. I’ll build it out of music by moonlight, and for its redness I’ll give it my own heart’s blood. All that I ask of you is that you will be a true lover, for love is wiser than the wise, and stronger than the powerful’.
           
            The student looked up from the grass and listened, but he could not understand what the nightingale was saying to him, for he only knew the things, which are written down in books.
            But the old tree understood, for he loved the little nightingale who had built her nest in his branches.
            ‘Sing me one last song’, he said. ‘I shall be sad and alone when you are gone’.
            So the nightingale sang to the old tree, and her voice was like drops of water falling from a silver jar.
            When she had finished her song, the student stood up and took out a notebook.
            ‘She has some beautiful notes in her voice, but her song does not mean anything or do any real good; it isn’t really useful. She hasn’t got true felling. She thinks only of her music. She is like most artists; the thinks only of her art and herself, not about others’.
            He went into his room and lay down on his bed and began to think of his love. After a time he fell asleep.
            When the moon shone in the sky, the nightingale flew to the rose tree. She pressed herself against the thorn. She sang all night, pressing against the thorn, and the cold moon listened. All the long night she sang, and the thorn went deeper and deeper, and her life-blood flowed away from her.
              She sang first of the birth of love in the heart of a boy and a girl: and a wonderful rose came on the highest branch of the rose-tree. As song followed song, it opened. At first it was white – white as the cloud that hangs over the river, silver as the wings of the morning before the sun rises up into the sky.
            The rose-tree cried to the nightingale to press closer against the thorn: ‘Press closer, little nightingale, or the day will come before the rose is finished.’
            So the nightingale pressed closer against the thorn, and her song became louder, for she sang of the birth of love in the hearts of a man and a woman. The rose became red, but the heart of the rose remained white, for only the heart’s blood of a nightingale can color the heart of a rose.
            The rose-tree cried to the nightingale to press closer against the thorn. ‘Press closer, little nightingale’, cried the rose-tree, ‘or the day will come before the rose is finished’.
            So the nightingale pressed closer against the thorn. The thorn touched her heart and pain shot through her. As the pain became worse and worse, her song became wilder and wilder, for she sang of the love which is made perfect by death.
            The rose became deep red. The heart of the rose was as red as a jewel. But the nightingale’s voice became weaker and weaker; her little wings no longer moved, and darkness came over her eyes.
Her voice rose up in a last wonderful song. The moon heard it and waited in the sky. The red rose heard it and opened wide to the cold morning air.
            ‘Look! Look!’ cried the rose-tree, ‘the rose is finished now’.  But the nightingale made no answer, for she was lying dead in the log grass with the thorn in her heart.
            At midday the student opened his window and looked out.
            ‘Ha!’ he cried, ‘here is a red rose! Just what I wanted! I have never seen any rose like it in all my life. I am sure it is so beautiful that it has a long name in the Latin language’. So he put out his hand and took it.
            Then he put on his hat and ran to the learned doctor’s house with the rose in his hand. The learned doctor was the student’s teacher, and the student loved his daughter. She was sitting at the door of the house and her little dog was lying at her feet.
            ‘You said that you would dance with me if I brought you a red rose’, cried the student. ‘Here is the reddest rose in the entire world. You can wear it tonight next to your heart, and, as we dance together, it will tell you how I love you.’
            ‘I’m sorry’, said the girl: ‘it won’t go with the color of my dress, and the captain has sent me some real jewels, and everyone knows that jewels cost far more than flowers’.
            ‘Well! Said the student angrily: ‘that’s all the thanks I get!’
            He threw the rose into the street and a cartwheel went over it.
            ‘How dare you speak to me like that’! She got up from her chair and went into the house.
            ‘What a silly thing love is!’ said the student, as he walked away. ‘It isn’t nearly as useful as reason; it doesn’t prove the truth of anything. Love is always telling us of things which are not going to happen, and making us believe things which are not true. It is quite useless. In these difficult times we must learn useful things. I shall go back to my studies’.
            So he returned to his room, and took out a big dusty book, and began to read.
 
Oscar Wilde. From his masterpiece: “The young king and other stories”

Wednesday, May 18, 2011

FOMO

This morning I have just had a FOMO!!!
Well, I must not explain...
But I will say that FOMO is:

"Fear of Missing Out".

Tuesday, May 17, 2011

O Barco rejuvenesce

Os astro me dizem hoje:

Que tal sumir de vez em quando, ser esquecido por todos, mergulhar em assuntos extraordinários que espicaçam sua curiosidade? Pois com a lua cheia em Escorpião surge a chance de fiar nos bastidores, descansar. Retiro espiritual.

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trecho - Rubem Alves, hoje , na fsp. 
"Num país de fugitivos, aquele que anda na direção contrária parece estar fugindo" T. S Eliot

"Tao-Te-Ching": "Na busca do conhecimento a cada dia se soma algo. Na busca do Caminho da Vida a cada dia se diminui algo"."Procuro despir-me do que aprendi, Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras, Desembrulhar-me e ser eu..."
Barthes se referiu ao esquecimento como "a força da força viva". Por quê? Ele mesmo responde, mostrando que o esquecimento é um processo pelo qual o corpo "raspa" de sua pele as sedimentações operadas pelo passado, mortas, da mesma forma como o navegador raspa a craca marisca que grudou no casco do seu barco. Raspada a craca, o barco rejuvenesce.
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E tanto coisa que eu queria esquecer. E de vez em quando aparece pra me dizer que continua existindo. Sai fora assombração dos infernos!!!

Thursday, May 12, 2011

Hora do remédio

Relógio biológico influencia efeito dos medicamentos, segundo especialistas em cronofarmacologia, ramo científico que estuda a relação entre os tratamentos e os ciclos hormonais e orgânicos

Ontem estava lendo e pensando sobre biorítmo.  Até encontrei um site que o calcula. Mas não consegui dar muito crédito. Hoje saiu essa notícia. Pura sincronicidade.
E já que eu estava pensando:
começo a observar a partir de agora.
biorytmes.free.fr
 Enquanto isso...
os astros me dizem: 


Um dia ótimo para produzir muito com sua criatividade exuberante e fortalecida. Você pode ganhar um concurso, se dar bem numa paquera, impressionar o chefe, ganhar uma promoção, mas saiba compartilhar. Vitórias feitas de muito suor, essas.


E o macaco diz:
PSDB quer dizer Partido Sem Deputados o Bastante! Ou então Partido Sempre Derrotado pelo Barbudo! 
Mudando de assunto: Nem a Volkswagen consegue fazer seis gols em 90 minutos.

City guides: insider tips to the best cities in the world

The Guardian's definitive new interactive city guides help you plan the perfect trip, with information on hotels, travel, restaurants, nightlife and activities. We kick off with London, New York and Paris and will be adding one new city a month until December


http://www.guardian.co.uk/travel/city-guides








Wednesday, May 11, 2011

Google Martha Graham Logo




Homenagem do Google ao 117º aniversário da coreógrafa norte-americana Martha Graham.

A sua última actuação ocorreu em 1968, quando já tinha 74 anos.
A homenagem feita pela Google foi criada pelo animador Ryan Woodward, que trabalhou com a companhia de bailado de Martha Graham em Nova Iorque na execução do doodle.
O resultado final mostra uma bailarina a criar as letras do logótipo da Google de trás para a frente.
Eu achei lindo. Simplesmente.

Zen dans votre corps
Apprenez à écouter votre corps...
Reposez-vous quand vous êtes fatigué.

Na folha de hoje ... GIF Gif

Know Your Meme (knowyourmeme.com), repositório de fenômenos humorísticos da internet adquirido recentemente pela Cheezburger Network, lar de sites como o I Can Has Cheezburger?, que reúne imagens engraçadas de gatinhos.

Aprenda a criar animação usando serviços gratuitos

GIFs animados podem ser criados a partir de imagens estáticas ou vídeos

É possível transformar o resultado em avatar do Twitter, por exemplo, mas tome cuidado para não irritar seus amigos


DE SÃO PAULO

Você pode criar GIFs animados a partir de vídeos ou fotos. Saiba mais abaixo.

Duração
GIFs animados não costumam ser muito longos.
Quanto maior eles forem, mais tempo vão demorar para carregar.
Se for fazer um GIF animado a partir de um vídeo, use um programa de edição para editar o filme que pretende usar, extraindo apenas um trecho de poucos segundos.

Windows
No Windows, você pode usar o Movie Maker, que vem incluído no XP e no Vista e está disponível para download gratuito no Windows 7 (explore.live.com/windows-live-essentials).

Mac
O Mac OS X também vem com um editor de vídeo, o iMovie, parte do pacote multimídia iLife, da Apple.

On-line
Outra opção é usar um editor de vídeo on-line, que funciona no navegador, como o JayCut (jaycut.com).

Exportação
Depois de cortar o vídeo desejado, exporte-o para um formato popular, como AVI ou MOV.

Serviço on-line
Para converter o vídeo em GIF animado, você pode usar o site gratuito GIF Ninja (gifninja.com). Ele suporta os formatos WMV, ASF, AVI, MPG, MPEG, MOV, 3GP, FLV e MP4.
Clique em Convert Video to GIF (converter vídeo para GIF), localize o arquivo no seu disco e aguarde o upload.
Ao fim do processo, você poderá salvar o GIF animado no seu computador.

A partir de imagens
Também é possível usar o GIF Ninja para criar GIFs animados a partir de imagens estáticas, como fotografias.
Clique em Create an Animated GIF (criar um GIF animado) e escolha até cinco arquivos. Depois, basta ajustar a velocidade da animação.

Separar quadros
No GIF Ninja é possível ainda separar os quadros, clicando em Split an Animated GIF (separar um GIF animado).
Se você abrir um GIF animado no Photoshop, terá acesso a todos os quadros que o compõem.
Eles estarão listados na guia Camadas (Layers, na versão em inglês).
A partir daí, você pode exportar quadros individuais.

Aplicativo
O aplicativo 3Frames (3fram.es/iphone; US$ 2,99), para iPhone, permite criar GIFs animados de três quadros a partir de imagens tiradas com a câmera do celular.

Avatar
Você pode usar seu GIF animado como avatar no Twitter, por exemplo.
Mas fique atento: se a animação for muito extravagante, pode irritar seus amigos.

GIFS ANIMADOS NA REDE

GIF PARTY
gifparty.tumblr.com
Tem todo tipo de GIF animado, incluindo performances de dança de estrelas pop, como Lady Gaga

FUCK YEAH DEMENTIA
fuckyeahdementia.tumblr.com
Apesar do nome, é mantido por um brasileiro. Tem não apenas GIFs animados como também imagens engraçadas

SOS JORGINHO
sosjorginho.tumblr.com
Reúne GIFs animados e imagens bizarras de toda sorte. Eventualmente inclui nudez

SKULL SWAP
juliasegal.tumblr.com
Atualizado freneticamente pela humorista americana Julia Segal, reúne imagens engraçadas, animadas ou não

THREE FRAMES
threeframes.net
GIFs animados criados a partir de três quadros de filmes não identificados, com visual de produções B dos anos 1970

GIFS.NET
gifs.net
Oferece mais de 13 mil GIFs animados, divididos em categorias como animais, comida e computadores

DELISHUS STUFF
andafern.com
GIFs animados e imagens engraçadas em geral

CURSIVE BUILDINGS
lala.cursivebuildings.com
Criado por Joshua Heineman, tem GIFs animados feitos a partir de antigos stereo cards, que simulam efeito 3D sem a necessidade de óculos especiais

Tuesday, May 10, 2011

ONTEM NA FOLHA DE SÃO PAULO

RUY CASTRO

O homem e a função

RIO DE JANEIRO - É de cair o queixo a brutal preparação física, mental e psicológica exigida para se pertencer ao Seal, a tropa de elite da Marinha americana que matou Osama bin Laden. Nos últimos dias, têm vazado informações sobre o perfil típico de um homem que faça parte dessa equipe.
Ele tem entre 26 e 33 anos e é 100% anônimo -nem a família sabe a natureza de seu trabalho. Ostenta força física descomunal, total capacidade de combate em terra, mar e ar (correr, mergulhar, nadar, saltar de penhascos ou de paraquedas, dirigir qualquer veículo e disparar todo tipo de arma) e enorme resistência à dor e privações (para o caso de ser capturado). Precisa também saber infligir dor -torturar- para conseguir informação. É mestre em informática, balística, engenharia, demolição, sabotagem, explosivos, primeiros socorros, farmácia e línguas da região.
Para melhor desempenho, o Seal o equipa com farda à prova de bala, óculos e câmera que permitem enxergar no escuro, toda espécie de rádio e comunicações, aviões invisíveis aos radares inimigos, armamento da próxima geração e uma quantidade de informação já processada e com alternativas previstas. Para não falar da doutrina, que ele levou meses absorvendo até ficar impregnado.
O risco corrido em missão por esse homem e o grau de esforço, estresse e desgaste que ele sofre são tão avassaladores que cada agente só consegue passar três anos no Seal. A partir daí, continua no serviço, mas é recolhido ao escritório, onde se dedica a atividades sem muito glamour, como analisar documentos, decifrar códigos, estudar estratégia e coçar as partes.
Não espere desse homem que ele leia Kierkegaard, ouça Stephen Sondheim ou goste de Edward Albee. Sua missão, aliás, função, era matar Bin Laden e, para isto, foi preparado. No que matou, volta à sua personalidade zero.
VIA

http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/2851-imagens-do-dia#foto-56130

Crianças usam óculos 3D durante uma visita a museu da SK Telecom, empresa de telecomunicações da Coreia do Sul, em Seul

Os astros me dizem...


Se você foi capaz de trabalhar duro, suar a camisa e mostrar resistência no cumprimento de tarefas diárias, muitas delas aquém do seu potencial, chegou a hora de decidir quais delas não abalam sua dignidade e honra. 
Dê exemplo de fé e consciência. 

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Não entendi direito: é para chutar o balde? Ou para resignar? kkkk